Loja, Ecuador
El objetivo de esta revisión sistemática es evaluar la efectividad de los programas de estimulación cognitiva en adultos mayores de 65 años con deterioro cognitivo leve. Se incluyeron estudios experimentales y cuasiexperimentales, publicados entre 2018 y 2024, en adultos mayores con deterioro cognitivo leve; se excluyeron investigaciones centradas en demencia establecida, intervenciones farmacológicas y otras afectaciones neurológicas. La búsqueda se realizó en PubMed, Scopus y Web of Science, y la calidad metodológica se evaluó mediante la herramienta de evaluación crítica jbi (Joanna Briggs Institute) con el propósito de asegurar transparencia e integridad en la presentación de los resultados. Tras el proceso de identificación, cribado y elegibilidad, se incluyeron 14 estudios en la síntesis narrativa, agrupados en tres categorías: intervenciones tecnológicas y de realidad virtual, programas multidominio estructurados y terapias de reminiscencia; demostrando que la estimulación cognitiva mejora la cognición global y funciones específicas como memoria de trabajo, atención dividida, fluidez verbal y orientación temporo-espacial; las herramientas tecnológicas muestran resultados similares a los programas tradicionales, mientras que las intervenciones con componentes afectivos (reminiscencia) potencian el rendimiento cognitivo y el bienestar emocional. La efectividad dependió de la intensidad, duración, grado de deterioro inicial y contexto sociocultural. Aunque algunos estudios presentaron muestras pequeñas y seguimientos limitados, los resultados respaldan la estimulación cognitiva como una estrategia no farmacológica útil para promover el envejecimiento activo y preservar la funcionalidad cognitiva, especialmente cuando es personalizada, multidominio y sostenida en el tiempo. La revisión se desarrolló conforme a los lineamientos de PRISMA 2020.
The objective of this systematic review was to evaluate the effectiveness of cognitive stimulation programs in older adults aged ≥65 years with mild cognitive impairment. The review included experimental and quasi-experimental studies published between 2018 and 2024 involving older adults with mild cognitive impairment; studies focusing on established dementia, pharmacological interventions, and other neurological conditions were excluded. The search was conducted in PubMed, Scopus, and Web of Science, and methodological quality was assessed using the JBI (Joanna Briggs Institute) critical appraisal tool to ensure transparency and integrity in the presentation of results. Following the identification, screening, and eligibility process, 14 studies were included in the narrative synthesis, grouped into three categories: technological and virtual reality interventions, structured multidomain programs, and reminiscence therapies; demonstrating that cognitive stimulation improves global cognition and specific functions such as working memory, divided attention, verbal fluency, and temporo-spatial orientation; technological tools show results similar to traditional programs; while interventions with affective components (reminiscence) enhance cognitive performance and emotional well-being. Effectiveness depends on intensity, duration, baseline impairment, and sociocultural context. Although some studies had small sample sizes and limited follow-up periods, the results support cognitive stimulation as a useful non-pharmacological strategy for promoting active aging and preserving cognitive function, especially when it is personalized, multi-domain, and sustained over time. The review was conducted in accordance with the PRISMA 2020 guidelines.
O objetivo desta revisão sistemática foi avaliar a eficácia dos programas de estimulação cognitiva em idosos ≥65 anos com comprometimento cognitivo leve. Foram incluídos estudos experimentais e quase-experimentais publicados entre 2018 e 2024 em idosos com comprometimento cognitivo leve; foram excluídas pesquisas centradas em demência estabelecida, intervenções farmacológicas e outras afecções neurológicas. A pesquisa foi realizada no PubMed, Scopus e Web of Science, e a qualidade metodológica foi avaliada por meio da ferramenta de avaliação crítica JBI (Joanna Briggs Institute), com o objetivo de garantir transparência e integridade na apresentação dos resultados. Após o processo de identificação, triagem e elegibilidade, foram incluídos 14 estudos na síntese narrativa, agrupados em três categorias: intervenções tecnológicas e de realidade virtual, programas multidomínio estruturados e terapias de reminiscência; demonstrando que a estimulação cognitiva melhora a cognição global e funções específicas, como memória de trabalho, atenção dividida, fluência verbal e orientação temporo-espacial; as ferramentas tecnológicas apresentam resultados semelhantes aos programas tradicionais; enquanto as intervenções com componentes afetivos (reminiscência) potencializam o desempenho cognitivo e o bem-estar emocional. A eficácia dependia da intensidade, duração, grau de deterioração inicial e contexto sociocultural. Embora alguns estudos tenham apresentado amostras pequenas e acompanhamentos limitados, os resultados apoiam a estimulação cognitiva como uma estratégia não farmacológica útil para promover o envelhecimento ativo e preservar a funcionalidade cognitiva, especialmente quando personalizada, multidomínio e sustentada ao longo do tempo. A revisão foi desenvolvida de acordo com as diretrizes do PRISMA 2020.