Argentina
Desde la Convención sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad (Organización de las Naciones Unidas, 2006) se proclama el derecho al trabajo y al empleo a través de la inclusión laboral en igualdad de condiciones y con base en ajustes razonables necesarios. A casi veinte años de su proclamación y transcurrido un cuarto de siglo del nuevo milenio, las y los jóvenes con discapacidades se enfrentan, todavía, con desventajas sociales surgidas del estigma y los prejuicios y de la no consideración efectiva de su dignidad. Esta comunicación constituye una contribución desde la ética aplicada a las intervenciones profesionales con estos colectivos. Por una parte, centramos el análisis en la idea de dignidad, su relación con los principios de igualdad, no discriminación y protección, así como en el tratamiento de la condición humana autónoma-vulnerable en vistas a una autodeterminación siempre posible. Por otra parte, se aportan reflexiones a partir de una experiencia extensionista con jóvenes con discapacidades consistente en la realización de talleres con el propósito de articular el fin del período educativo con proyectos laborales para un futuro próximo. Se concluye en la importancia de las mediaciones profesionales, superando la mera proclama de derechos y acompañando esta etapa de toma de decisiones situadas para estas personas.
Since the Convention on the Rights of Persons with Disabilities (Organización de las Naciones Unidas, 2006) was adopted, the right to work and employment has been proclaimed through labour inclusion on equal terms and based on reasonable adjustments. Almost twenty years after its proclamation and a quarter of a century into the new millennium, young people with disabilities still face social disadvantages arising from stigma and prejudice and the failure to effectively consider their dignity. This paper is a contribution from the field of ethics applied to professional interventions with these groups. On the one hand, we focus our analysis on the idea of dignity, its relationship with the principles of equality, non-discrimination and protection, and the treatment of the autonomous-vulnerable human condition, aimed at self-determination, which is always possible. On the other hand, we offer reflections based on extension experience with young people with disabilities in workshops, with the aim of linking the end of their education with employment projects for the near future. We conclude with the importance of professional mediation, going beyond the mere proclamation of rights and accompanying these individuals in this stage of decision-making.
Desde a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Organización de las Naciones Unidas, 2006) é proclamado o direito ao trabalho e ao emprego através da inclusão laboral em condições de igualdade e com base nos ajustes razoáveis necessários. A quase vinte anos após a sua proclamação e um quarto do século do novo milénio, os jovens com deficiência ainda enfrentam desvantagens sociais decorrentes do estigma e dos preconceitos e da não consideração efetiva da sua dignidade. Esta comunicação constitui uma contribuição da ética aplicada às intervenções profissionais com estes coletivos. Por um lado, centramos a análise na ideia de dignidade, sua relação com os princípios de igualdade, não discriminação e proteção, bem como no tratamento da condição humana autónoma-vulnerável, em vista de uma autodeterminação sempre possível. Por outro lado, apresentamos reflexões a partir de uma experiência de extensão com jovens com deficiência em workshops, com o objetivo de articular o fim do período educativo com projetos laborais para um futuro próximo. Concluímos com a importância das mediações profissionais, superando a mera proclamação de direitos e acompanhando esta etapa de tomada de decisões situadas para estas pessoas.