Los nuevos avances en inteligencia artificial resultan prometedores para el ámbito de la predicción de la conducta suicida. En jóvenes universitarios se evidencia una alta prevalencia de problemas de salud mental. La implementación de herramientas predictivas basadas en inteligencia artificial en contextos universitarios es incipiente y requiere de reflexión y de algunos resguardos éticos para el abordaje de perfiles de riesgo suicida en estudiantes universitarios. El presente trabajo tiene por objetivo discutir el uso de inteligencia artificial en la predicción de la conducta suicida en contextos universitarios y señalar algunas consideración éticas asociadas. Las consideraciones éticas se relacionan a la necesidad de diálogo entre estudios actualizados de suicidología y las innovaciones de inteligencia artificial; el abordaje de derivación posterior a la pesquisa de riesgo suicida y delimitar capacidades humanas no remplazables por inteligencia artificial en la evaluación de riesgo suicida. Se discuten sugerencias e implicancias en discusiones.
Os novos avanços da inteligência artificial são promissores no domínio da previsão do comportamento suicida. É evidente uma elevada prevalência de problemas de saúde mental nos jovens universitários. A implementação de ferramentas preditivas baseadas em inteligência artificial em contextos universitários é incipiente e requer reflexão e algumas salvaguardas éticas para a abordagem de perfis de risco de suicídio em estudantes universitários. Este artigo tem como objetivo fazer uma breve introdução à utilização da inteligência artificial na previsão do comportamento suicida em contextos universitários e desenvolver algumas considerações éticas associadas. As considerações éticas relacionam-se com a necessidade de diálogo entre os estudos actualizados de suicidologia e as inovações da inteligência artificial; a abordagem do encaminhamento após o rastreio do risco de suicídio; e a delimitação das capacidades humanas que não podem ser substituídas pela inteligência artificial na avaliação do risco de suicídio. São discutidas sugestões e implicações para o debate.
New advances in artificial intelligence are promising for the field of predicting suicidal behavior. A high prevalence of mental health problems is evident in young university students. The implementation of predictive tools based on artificial intelligence in university contexts is incipient and requires reflection and some ethical safeguards for the approach of suicidal risk profiles in university students. This paper aims to briefly introduce the use of artificial intelligence in the prediction of suicidal behavior in university contexts and to develop some associated ethical considerations. The ethical considerations are related to the need for dialogue between updated suicidology studies and artificial intelligence innovations; the approach of referral after suicide risk screening and delimiting human capabilities not replaceable by artificial intelligence in suicide risk assessment. Suggestions and implications in discussions are discussed.