Jefrejan Souza Rezende
, Daniel de Moura Silva, Maria do Socorro de Sousa Menezes, Rhamon Lucas dos Santos Silva Silva
Objetivou-se avaliar o efeito do silício e da bagana de carnaúba no crescimento de milho sob déficit hídrico no semiárido. O experimento foi realizado na Universidade estadual do Piauí, em Picos-PI. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados, em esquema fatorial (2x2x2), formados por silício (com e sem), cobertura do solo com bagana de carnaúba (com e sem) e déficit hídrico (com e sem). Variáveis analisadas: altura de planta, diâmetro do colmo, massa fresca da parte aérea, massa seca da parte aérea, comprimento radicular, volume radicular, número de espigas por planta e temperatura do solo. Não houve efeito dos tratamentos para altura de planta, diâmetro do colmo, volume radicular, massa fresca e massa seca da parte aérea. A bagana de carnaúba isoladamente incrementou o número de espigas por planta e, quando utilizada associada ao déficit hídrico, contribuiu com o comprimento radicular. Na ausência de déficit hídrico, o silício proporcionou aumento do comprimento radicular. A temperatura do solo foi reduzida com a bagana de carnaúba e sem déficit hídrico. Recomenda-se o uso de bagana de carnaúba como cobertura de solo no cultivo de milho nas condições de estudo, e a aplicação de silício em plantas de milho sem déficit hídrico.