Establecer relaciones sociales es una tarea central en el desarrollo adulto. Según la teoría del apego, esta base se forma en las interacciones tempranas con los cuidadores. Los estilos de apego ansioso y evitativo en adultos pueden perjudicar la calidad de la coparentalidad, al generar conflictos e impactar negativamente en el ambiente familiar. Dado que estos factores se asocian con el desarrollo de síntomas emocionales y conductuales en adolescentes, este estudio investigó la relación entre los estilos de apego de los padres y los síntomas psicológicos clínicos de los hijos, analizando el papel mediador de la coparentalidad. Se trata de un estudio cuantitativo, explicativo y transversal, realizado con 217 responsables de adolescentes de 12 a 16 años, seleccionados por conveniencia. Los participantes respondieron a instrumentos validados sobre estilos de apego, coparentalidad y síntomas de los hijos. El análisis se realizó mediante modelado de ecuaciones estructurales. Los resultados indicaron asociaciones entre apego adulto, coparentalidad y síntomas psicológicos de los adolescentes, se destaca la mediación parcial de la coparentalidad en esta relación. El modelo mostró buenos índices de ajuste y un fuerte impacto del apego evitativo y el apoyo coparental. El estudio destaca la relevancia de la coparentalidad y la necesidad de intervenciones preventivas orientadas a la salud emocional familiar.
Building social relationships is a central task in adult development. According to Attachment Theory, this foundation is formed in early interactions with caregivers. Anxious and avoidant adult attachment styles can impair the quality of coparenting, generating conflict and negatively impacting the family environment. As these factors are associated with the development of emotional and behavioral symptoms in adolescents, this study investigated the relationship between parental attachment styles and adolescents’ clinical psychological symptoms, analyzing the mediating role of coparenting. This is a quantitative, explanatory, and cross-sectional study conducted with 217 caregivers of adolescents aged 12 to 16 years, selected by convenience. Participants completed validated instruments on attachment styles, coparenting, and children’s symptoms. Data were analyzed using structural equation modeling. Results indicated associations between adult attachment, coparenting, and adolescents’ psychological symptoms, with coparenting acting as a partial mediator in this relationship. The model showed good fit indices and revealed a strong impact of avoidant attachment and coparenting support. This study highlightsthe relevance of coparenting and underscores the need for preventive interventions focused on promoting emotional health in families.
Construir relacionamentos sociais é uma tarefa central no desenvolvimento adulto. Segundo a Teoria do Apego, essa base é formada nas interações precoces com cuidadores. Os estilos de apego ansioso e evitativo em adultos podem prejudicar a qualidade da coparentalidade, gerando conflitos e impactando negativamente o ambiente familiar. Como esses fatores se associam ao desenvolvimento de sintomas emocionais e comportamentais em adolescentes, este estudo investigou a relação entre estilos de apego dos pais e sintomas psicológicos clínicos dos filhos, analisando o papel mediador da coparentalidade. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, explicativa e transversal, realizada com 217 responsáveis por adolescentes de 12 a 16 anos selecionados por conveniência. Os participantes responderam a instrumentos validados sobre estilos de apego, coparentalidade e sintomas dos filhos. A análise foi conduzida por modelagem de equações estruturais. Os resultados indicaram associações entre apego adulto, coparentalidade e sintomaspsicológicos dos adolescentes, com destaque para a mediação parcial da coparentalidade nessa relação. O modelo apresentou bons índices de ajuste e revelou forte impacto da evitação no apego e do suporte coparental. O estudo destaca a relevância da coparentalidade e aponta para a necessidade de intervenções preventivas voltadas à saúde emocional familiar.