Estudios recientes indican que las personas adultas con Trastorno por Déficit de Atención e Hiperactividad (TDAH) presentan mayor vulnerabilidad a dificultades interpersonales y a experiencias de aislamiento, con potencial impacto en su bienestar psicológico. Sin embargo, en Chile la evidencia que permita comprender en profundidad cómo se configura y se experimenta la soledad a lo largo del ciclo vital en esta población sigue siendo limitada. Este estudio tuvo como objetivo explorar la percepción de soledad y la vivencia del bienestar y malestar psicológico de adultos diagnosticados con TDAH en cada una de las etapas de su ciclo vital (infancia, adolescencia y adultez). La investigación fue cualitativa con diseño fenomenológico. Se realizaron entrevistas en profundidad, analizadas mediante codificación abierta, axial y selectiva. Los resultados muestran que estilos vinculares desadaptativos, descritos por el Modelo Dinámico-Maduracional (MDM), configuran trayectorias interpersonales deterioradas que dan lugar a una significativa vivencia de soledad que se traduce en cuadros de tristeza, ansiedad y percepción de frustración. Se concluye que la soledad es una dimensión central del malestar psicológico en este sector de la población, proyectando nuevas posibilidades de abordaje clínico.
Current studies indicate that adults with Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) are more vulnerable to interpersonal difficulties and experiences of loneliness, with a potential impact on their psychological well-being. However, in Chile, the evidence that allows for a deeper understanding of how loneliness is shaped and experienced throughout the life cycle in this population remains limited. This study aimed to explore the perception of loneliness and the lived experience of psychological well-being and distress among adults diagnosed with ADHD across different stages of their life cycle (childhood,adolescence, and adulthood). The research followed a qualitative approach with a phenomenological design. In-depth interviews were conducted and analyzed using open, axial, and selective coding. The findings reveal that maladaptive attachment styles, as described by the Dynamic-Maturational Model (DMM), configures impaired interpersonal trajectories that lead to a significant experience of loneliness, which manifests as sadness, anxiety, and feelings of frustration. It is concluded that loneliness constitutes a central dimension of psychological distress in this population group, opening new possibilities for clinical interventions.
Estudos recentes indicam que adultos com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) apresentam maior vulnerabilidade a dificuldades interpessoais e a experiências de isolamento,com potencial impacto em seu bem-estar psicológico. No entanto, no Chile, as evidências que permitem uma compreensão mais aprofundada de como a solidão se configura e é vivenciada ao longo do ciclo vital nessa população ainda são limitadas. Este estudo teve como objetivo explorar a percepção de solidão e a vivência de bem-estar e sofrimento psicológico de adultos diagnosticados com TDAH em cada uma das etapas de seu ciclo vital (infância, adolescência e idade adulta). A pesquisa foi qualitativa, com delineamento fenomenológico. Foram realizadas entrevistas em profundidade, analisadas por meio de codificação aberta, axial e seletiva. Os resultados mostram que estilos de apego desadaptativos, descritos pelo Modelo Dinâmico-Maturacional (MDM), configuram trajetórias interpessoais deterioradas que dão lugar a uma vivência significativa de solidão, traduzida em quadros de tristeza, ansiedade e percepção de frustração. Conclui-se que a solidão é uma dimensão central do sofrimento psicológico nesse segmento da população, projetando novas possibilidades para abordagem clínica.