México
Los abordajes clínico-grupales que se inscriben dentro del saber psicoanalítico comienzan a emerger a mediados del siglo XX, su puesta en marcha obliga a ir más allá del encuadre clásico de tratamiento pues la cura pasa de ser individual a involucrar varios sujetos. La necesaria reformulación de la técnica constriñe a repensar la teoría e incorporar nuevos elementos a la misma, lo cual ha generado una efervescencia de propuestas que, desde metodologías propias sostenidas en conceptos fundamentales, buscan prestar escucha a aquello que ha eclosionado al aparato psíquico del sujeto. Pasar revista por los antecedentes del trabajo clínico-grupal tanto del psicoanálisis como de la psicología tiene el cometido de echar luz sobre los orígenes de los dispositivos grupales, los intereses que propiciaron su surgimiento, los alcances de su quehacer y la urdimbre teórico-práctica que sostiene su puesta en marcha.
The clinical-group approaches that are part of psychoanalytic theory begin to emerge in the middle of the twentieth century, it ́s implementation forces to go beyond the classic treatment model since the cure goes from being individual to involve several subjects. The required technique reformulation forces to rethink the theory and to incorporate new elements to it, this has generated an effervescence of proposals that, through their own methodologies based on fundamental concepts, seek to listen those elements that have exploded in the psychic apparatus of the subject. Tracing the precedents of clinical-group work in psychoanalysis and in psychology has the purpose of elucidate the origins of group devices, the interests involved in their creation, the reaches of their work and the theoretical-practical framework that sustains their implementation.
Les approches clinique-groupales dans le cadre psychanalytique ont commencé à émerger au milieu du 20ème siècle. Leur mise en œuvre oblige à aller au-delà du dispositif classique de la cure, puisque celleci passe d’une prise en charge individuelle à une prise en charge avec un groupe de sujets. La nécessaire reformulation de la technique oblige à repenser la théorie et à y incorporer de nouveaux éléments, ce qui a généré une effervescence de propositions qui, à partir de leurs propres méthodologies soutenues par des concepts fondamentaux, cherchent à écouter ce qui a éclos dans l’appareil psychique du sujet. Retracer les origines du travail clinique en groupe, tant en psychanalyse qu’en psychologie, a pour objectif d’éclairer la genèse des dispositifs groupaux, les intérêts qui ont présidé à leur émergence, la portée de leur travail et le cadre théorico-pratique qui soutient leur mise en œuvre.
As abordagens clínico-grupais no seio do saber psicanalítico começaram a surgir em meados do século XX e a sua implementação obriga a ultrapassar o quadro clássico de tratamento, uma vez que o tratamento deixa de ser individual e passa a envolver vários sujeitos. A necessária reformulação da técnica obriga-nos a repensar a teoria e a incorporarlhe novos elementos, o que tem gerado uma efervescência de propostas que, a partir de metodologias próprias sustentadas em conceitos fundamentais, procuram escutar o que eclodiu no aparelho psíquico do sujeito. A revisão dos antecedentes do trabalho clínico-grupal, tanto na psicanálise como na psicologia, tem a tarefa de esclarecer as origens dos dispositivos grupais, os interesses que levaram ao seu aparecimento, o âmbito do seu trabalho e o quadro teórico-prático que sustenta a sua implementação.