El uso de medidas implícitas en expresiones faciales puede contribuir a un análisis más refinado del control de estímulos sobre el proceso atencional. El estudio tuvo como objetivo verificar la viabilidad del uso de una técnica de seguimiento ocular con un dispositivo móvil en un contexto educativo, involucrando a tres estudiantes con autismo y dos con discapacidad intelectual en tareas de evaluación de rostros que muestran alegría, sorpresa, tristeza, ira y neutral. El procedimiento consistió en 120 pruebas, divididas en tres grupos de estímulos. Las medidas incluyeron el tiempo de fijación en la pantalla de presentación y en el rostro humano (ojos, nariz y boca). La prueba t no identificó diferencias significativas en el tiempo dedicado al rostro (p=0,368) y en el tiempo total (p=0,368). La prueba de Chi-cuadrado no encontró diferencias en la elección de emociones positivas y negativas (p=0,5625). Los resultados destacan las particularidades de los individuos en el espectro autista al observar rostros humanos y pueden contribuir a la planificación de futuras intervenciones destinadas a mejorar el reconocimiento emocional. Además, se descutieron los desafíos relacionados con el uso de la técnica en contextos prácticos.
O uso de medidas implícitas em expressões faciais pode colaborar na análise de controle de estímulos mais refinada sobre o processo atencional. O trabalho objetivou verificar a viabilidade do uso da técnica de rastreio ocular com uso de um dispositivo móvel, em um contexto educativo, com três estudantes com autismo e dois com deficiência intelectual em tarefas de avaliação de faces de alegria, surpresa, tristeza, raiva e neutra. O procedimento foi composto por 120 tentativas, em três grupos de estímulos. As medidas foram o tempo de fixação na tela de apresentação e na face humana (olhos, nariz e boca). O teste t não identificou diferença significativa no tempo de permanência na face (p=0,368) e no tempo total (p=0,368). O teste Qui-quadrado não encontrou diferença na escolha de emoções positivas e negativas (p=0,5625). Os resultados destacam as particularidades de indivíduos no espectro autista, na observação de faces humanas e podem contribuir para o planejamento de intervenções futuras voltadas ao aprimoramento do reconhecimento emocional. Além disso, foram discutidos os desafios relacionados ao uso da técnica em contextos práticos.