El presente estudio buscó adaptar e investigar las propiedades psicométricas de la version brasileña de la Escala de Miedo al coronavirus (EMC). La muestra estuvo formada por 460 participantes brasileños con edades comprendidas entre 18 y 89 años (M=36.45, DE=12.47). Se realizó un análisis factorial exploratorio (AFE) y análisis de correlaciones con medidas de ansiedad, depresión, estrés y positividad para investigar evidencias de validez convergente. El AFE confirmo la propiedad unidimensional de la escala con un índice de consistencia interna Omega de 0.872 y cargas factoriales que van desde 0.427 a 0.777 (excepto para un item con una carga baja: 0.177). Se encontraron correlaciones débiles y positivas entre la EMC y el estrés (r=0.264), ansiedad (r=0.177) y depresión (r=0.214); no se encontro correlación con positividad. Los resultados sugieren que la version brasileña de la EMC puede configurarse como una medida útil para evaluar el miedo al coronavirus/COVID-19 en la población brasileña.
O presente estudo buscou adaptar e investigar as propriedades psicométricas da versão brasileira da Escala Medo ao Coronavirus (EMC). A amostra foi composta por 460 participantes brasileiros, com idades entre 18 e 89 anos (M=36,45, DP=12,47). Foi realizada análise fatorial exploratória (AFE) e análises de correlações com medidas de ansiedade, depressão, estresse e positividade para investigar evidências de validade convergente. A AFE confirmou a propriedade unidimensional da escala com índice de consistência interna Ômega de 0,872 e cargas fatoriais variando de 0,427 a 0,777 (exceto um item com carga baixa (0,177). Correlações fracas e positivas foram encontradas entre a EMC e estresse (r=0,264), ansiedade (r=0,177) e depressão (r=0,214); não encontrou-se correlação com positividade. Os resultados sugerem que a versão brasileira da EMC pode se configurar como uma medida útil para avaliação do medo ao coronavírus/COVID-19 na população brasileira.