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Jane-Viljoen, Sarah
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Turner, Anja
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Hasbini, Wassin
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James-Keating, Christopher
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Murcia, España
Objetivo: Este estudio tiene como finalidad explorar la relación entre el tiempo de pantalla medido objetivamente y la depresión. Además, busca determinar si el apoyo social media la relación entre la depresión y el tiempo de pantalla medido objetivamente. Método: Este estudio transversal incluyó una muestra de 121 estudiantes universitarios internacionales. El tiempo de pantalla se midió mediante los registros obtenidos de los teléfonos de los participantes. Los datos antropométricos básicos se recopilaron utilizando un estadiómetro y un análisis de bioimpedancia. La depresión se evaluó con la Escala de Depresión de Zung y el apoyo social mediante la Interpersonal Support Evaluation List. El análisis de datos incluyó correlaciones y pruebas t, seguido de un análisis de mediación por trayectorias. Resultados: Los datos sugieren que no existe una asociación directa entre la depresión y el tiempo de pantalla, ya que no se encontró correlación entre estas variables (r(85) = .03, p > .05), ni diferencias significativas en el tiempo de pantalla entre los grupos con y sin depresión (t(85) = –.19, p = 0.85). Sin embargo, se identificó una asociación indirecta mediante un modelo de mediación en el cual el apoyo social actuó como mediador (p < .05). Conclusión: El tiempo de pantalla, por sí solo, no es un indicador de depresión; no obstante, el apoyo social puede mediar significativamente esta relación. En consecuencia, reducir el tiempo de pantalla no necesariamente conduce a una disminución de los síntomas depresivos, dado que factores más sutiles pueden influir en esta asociación. Por ello, la relación entre el uso del teléfono y la depresión es compleja y requiere investigaciones adicionales con métodos más avanzados.
Objective: This study aims to explore the relationship between objectively measured screen time and depression. Moreover, it seeks to determine whether social support mediates the relationship between depression and objectively measured screen time. Methods: This cross-sectional study included a sample of 121 international college students. Screen time was measured using logged data from participants’ phones. Basic anthropometric data were collected with a stadiometer and bioimpedance analysis. The Zung Depression Scale was used to assess depression, and the Interpersonal Support Evaluation List was applied to assess social support. Data analysis involved correlation and t-test analyses, followed by a path mediation analysis. Results: The current data suggest that there is no direct association between depression and screen time, as no correlation was found between these variables (r(85) = .03, p > .05), nor were meaningful differences in screen time observed between depressed and non-depressed groups (t(85) = –.19, p = 0.85). However, an indirect association was established through a path model in which social support acted as a mediator (p < .05). Conclusion: Screen time alone is not indicative of depression; however, social support can significantly mediate their relationship. Consequently, lowering screen time may not lead to a reduction in depressive symptoms, as more subtle factors may influence this association. Therefore, the relationship between phone use and depression is complex and requires further investigation using more advanced methods.
Objetivo: Este estudo tem como objetivo explorar a relação entre o tempo de tela medido objetivamente e a depressão. Além disso, busca determinar se o apoio social media a relação entre depressão e tempo de tela medido objetivamente. Métodos: Este estudo transversal incluiu uma amostra de 121 estudantes universitários internacionais. O tempo de tela foi mensurado por meio dos registros obtidos nos telefones dos participantes. Os dados antropométricos básicos foram coletados com o uso de estadiômetro e análise de bioimpedância. A depressão foi avaliada pela Escala de Depressão de Zung, e o apoio social pela Interpersonal Support Evaluation List. A análise dos dados incluiu correlações e testes t, seguida de uma análise de mediação por caminhos. Resultados: Os dados indicam que não há associação direta entre depressão e tempo de tela, uma vez que não foi encontrada correlação entre essas variáveis (r(85) = .03, p > .05), nem diferenças significativas no tempo de tela entre os grupos com e sem depressão (t(85) = –.19, p = 0.85). Contudo, uma associação indireta foi identificada por meio de um modelo de mediação no qual o apoio social atuou como mediador (p < .05). Conclusão: O tempo de tela, isoladamente, não é um indicador de depressão; entretanto, o apoio social pode mediar significativamente essa relação. Consequentemente, reduzir o tempo de tela não necessariamente leva a uma diminuição dos sintomas depressivos, pois fatores mais sutis podem influenciar essa associação. Portanto, a relação entre o uso do telefone e a depressão é complexa e requer investigações adicionais com métodos mais avançados.contextualizadas.