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Parra, Felipe
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Cole, Valeria
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Lara, Ailine
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Sandoval, Catari
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Vergara, Gabriela
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Comuna de Concepción, Chile
La presente investigación explora la percepción del clima organizacional y su vinculación con el ausentismo laboral en unidades críticas de un hospital de alta complejidad en el sur de Chile, caracterizadas por alta demanda asistencial. Mediante un enfoque cualitativo de diseño fenomenológico, se realizaron siete grupos focales en servicios con alto ausentismo (Urgencias, Cirugía, Pabellón y UPC Pediátrica), analizados a través de análisis de contenido y temático. Los resultados revelan una percepción predominantemente negativa del clima organizacional, con énfasis en deficiencias comunicacionales, relaciones interpersonales deterioradas, falta de reconocimiento, infraestructura inadecuada y ausencia de desarrollo profesional. Estas condiciones influyen significativamente en el bienestar emocional y físico de los funcionarios, potenciando el desgaste y el ausentismo laboral. Se identificaron además sentimientos de desprotección, desmotivación y percepción de injusticia organizacional. La investigación concluye que el clima organizacional, especialmente en contextos de alta presión asistencial, representa un factor crítico para la retención del personal y la calidad del cuidado. Se enfatiza la necesidad de estrategias institucionales que promuevan la comunicación, el apoyo psicosocial y el reconocimiento profesional.
A presente pesquisa explora a percepção do clima organizacional e sua relação com o absenteísmo em unidades críticas de um hospital de alta complexidade no sul do Chile, caracterizadas por elevada demanda assistencial. Por meio de uma abordagem qualitativa de desenho fenomenológico, foram realizados sete grupos focais em serviços com alto índice de absenteísmo (Urgência, Cirurgia, Centro Cirúrgico e UTI Pediátrica), analisados por meio de análise de conteúdo e temática. Os resultados revelam uma percepção predominantemente negativa do clima organizacional, com ênfase em deficiências de comunicação, deterioração das relações interpessoais, falta de reconhecimento, infraestrutura inadequada e ausência de desenvolvimento profissional. Essas condições afetam de maneira significativa o bem-estar emocional e físico dos profissionais, potencializando o desgaste e o absenteísmo laboral. Também foram identificados sentimentos de desproteção, desmotivação e percepção de injustiça organizacional. A pesquisa conclui que o clima organizacional, especialmente em contextos de elevada pressão assistencial, constitui um fator crítico para a retenção de profissionais e para a qualidade do cuidado. Ressalta-se a necessidade de estratégias institucionais que promovam a comunicação, o apoio psicossocial e o reconhecimento profissional.
This research explores the perception of organizational climate and its relationship with absenteeism in critical units of a high-complexity hospital in southern Chile, characterized by high care demand. Using a qualitative phenomenological design, seven focus groups were conducted in services with high absenteeism rates (Emergency, Surgery, Operating Room, and Pediatric ICU), analyzed through content and thematic analysis. The findings reveal a predominantly negative perception of the organizational climate, emphasizing deficiencies in communication, deteriorated interpersonal relationships, lack of recognition, inadequate infrastructure, and limited professional development. These conditions significantly affect the emotional and physical well-being of staff, contributing to burnout and absenteeism. Furthermore, feelings of lack of protection, demotivation, and perceived organizational injustice were identified. The study concludes that organizational climate, particularly in contexts of high care pressure, constitutes a critical factor for staff retention and quality of care. It highlights the need for institutional strategies that promote communication, psychosocial support, and professional recognition.