Objetivo: explorar los sentidos subjetivos sobre la salud en relación con la lógica infocomunicacional y el uso de medios digitales en estudiantes de nivel medio superior, desde una perspectiva histórico-cultural de la subjetividad social. Metodología: se realizó una investigación cualitativa de tipo interpretativo, aplicando un cuestionario digital con preguntas abiertas a 20 alumnos de bachillerato de la Universidad de Guanajuato, en la ciudad de León, México. El análisis se llevó a cabo mediante el método constructivo-interpretativo. Resultados: se identificaron siete categorías que muestran que la salud es concebida como estado de bienestar, visión biológica u holista. Asimismo, se evidenció que, a través de los medios digitales, los estudiantes reconocen padecimientos, recurren a la automedicación y llegan a somatizar lo observado en redes sociales, lo que refuerza su interés en que se difundan más contenidos relacionados con la salud mental. Conclusiones: la noción de “nosología digital” y la figura del “padeciente digital” revelan formas activas de sentir, actuar y autocuidarse, las cuales deben ser atendidas tanto por el sistema de salud como por la sociedad y los propios usuarios.
Objective: To explore the subjective meanings of health in relation to the info-communicational logic and the use of digital media among upper secondary students, from a historical-cultural perspective of social subjectivity. Methodology: A qualitative interpretive study was conducted by administering a digital questionnaire with open-ended questions to 20 undergraduate students from the University of Guanajuato, in the city of León, Mexico. The analysis was conducted through the constructive-interpretative method. Results: Seven categories were identified, showing that health is conceived as a state of well-being, a biological or holistic vision. Furthermore, it was found that through digital media, students recognize illnesses, resort to self-medication, and even somatize what they observe on social networks, which reinforces their interest in the dissemination of more content related to mental health. Conclusions: The notions of “digital nosology” and the “digital patient” reveal active ways of feeling, acting, and self-care, which must be addressed by the healthcare system, society, and the users themselves.
Objetivo: Explorar os sentidos subjetivos sobre a saúde em relação à lógica infocomunicacional e ao uso de meios digitais em estudantes do ensino médio, a partir de uma perspectiva histórico-cultural da subjetividade social. Metodologia: Foi realizada uma pesquisa qualitativa de caráter interpretativo, aplicando um questionário digital com perguntas abertas a 20 estudantes de graduação da Universidade de Guanajuato, na cidade de León, México. A análise foi conduzida pelo método construtivo-interpretativo. Resultados: Foram identificadas sete categorias que mostram que a saúde é concebida como estado de bem-estar, visão biológica ou holística. Além disso, constatou-se que, por meio dos meios digitais, os estudantes reconhecem enfermidades, recorrem à automedicação e chegam a somatizar o que observam nas redes sociais, o que reforça seu interesse na difusão de mais conteúdos relacionados à saúde mental. Conclusões: A noção de “nosologia digital” e a figura do “paciente digital” revelam formas ativas de sentir, agir e autocuidar-se, que devem ser consideradas tanto pelo sistema de saúde quanto pela sociedade e pelos próprios usuários.