Azucena Prado Espinoza
, Jesús Roger Chávez Parillo
, Rosario Castelo Collado
, Ruth Soto Yana
, Juan Coaquira Mamani
, Magnolia Sierra Delgado
Los patrones de apego entre compañeros en el ámbito escolar podrían estar relacionados con la forma en que los adolescentes perciben el sexismo, entendido como la identificación de creencias de género que refuerzan desigualdades y estereotipos. El objetivo de esta investigación fue determinar la relación entre los estilos de apego entre iguales y la percepción del sexismo en adolescentes. Para la recolección de datos se emplearon escalas tipo Likert validadas que miden las dimensiones de confianza, comunicación y alienación (apego), así como los componentes hostil y benevolente del sexismo. Ante la ausencia de una distribución normal en los datos, se aplicaron análisis no paramétricos. Los resultados revelaron una correlación negativa, moderada y significativa entre ambas variables: a mayor nivel de apego entre iguales, menor es la percepción del sexismo. Específicamente, las dimensiones de comunicación y alienación mostraron los vínculos más fuertes con las actitudes sexistas, mientras que la confianza presentó una relación más débil pero igualmente significativa. En conclusión, el fortalecimiento de los vínculos afectivos y comunicativos entre compañeros se asocia con percepciones de género más críticas y menos estereotipadas, sugiriendo que la calidad del apego es un factor clave para promover interacciones sociales más equitativas durante la adolescencia.
Peer attachment patterns in the school environment may be related to how adolescents perceive sexism, understood as the identification of gender beliefs that reinforce inequalities and stereotypes. The objective of this research was to determine the relationship between peer attachment styles and the perception of sexism in adolescents. For data collection, validated Likert-type scales were used to measure the dimensions of trust, communication, and alienation (attachment), as well as the hostile and benevolent components of sexism. Due to the absence of a normal distribution in the data, non-parametric analyses were applied. The results revealed a negative, moderate, and significant correlation between both variables: a higher level of peer attachment is associated with a lower perception of sexism. Specifically, the communication and alienation dimensions showed the strongest links with sexist attitudes, while trust presented a weaker but equally significant relationship. In conclusion, strengthening affective and communicative bonds among peers is associated with more critical and less stereotyped gender perceptions, suggesting that attachment quality is a key factor in promoting more equitable social interactions during adolescence.
Os padrões de apego entre pares no ambiente escolar podem estar relacionados com a forma como os adolescentes percebem o sexismo, entendido como a identificação de crenças de gênero que reforçam desigualdades e estereótipos. O objetivo desta pesquisa foi determinar a relação entre os estilos de apego entre iguais e a percepção do sexismo em adolescentes. Para a coleta de dados, foram utilizadas escalas tipo Likert validadas que medem as dimensões de confiança, comunicação e alienação (apego), bem como os componentes hostil e benevolente do sexismo. Diante da ausência de uma distribuição normal nos dados, aplicaram-se análises não paramétricas. Os resultados revelaram uma correlação negativa, moderada e significativa entre ambas as variáveis: quanto maior o nível de apego entre iguais, menor é a percepção do sexismo. Especificamente, as dimensões de comunicação e alienação mostraram os vínculos mais fortes com as atitudes sexistas, enquanto a confiança apresentou uma relação mais fraca, porém igualmente significativa. Em conclusão, o fortalecimento dos vínculos afetivos e comunicativos entre pares associa-se a percepções de gênero mais críticas e menos estereotipadas, sugerindo que a qualidade do apego é um fator-chave para promover interações sociais mais equitativas durante a adolescência.