Las dinámicas de poder institucionales y sociales pueden actuar como perpetuadores de formas de violencia contra la mujer, especialmente en la salud sexual y reproductiva. El objetivo de este artículo de reflexión es explorar sobre la interrelación entre la violencia de género y la violencia obstétrica, analizar sus implicaciones y proponer enfoques basados en evidencia y formación profesional para su abordaje. Los resultados destacan que la violencia obstétrica es una manifestación específica de la violencia de género, reforzando las desigualdades y afectando negativamente la salud física y emocional de las mujeres. Se observan prácticas invasivas y deshumanizadas que violan los derechos sexuales y reproductivos de las mujeres. Las conclusiones del estudio subrayan la necesidad de enfoques basados en evidencia y formación profesional para erradicar estas prácticas. Se recomienda la implementación de programas educativos con perspectiva de género, políticas institucionales claras sobre el consentimiento informado y el respeto a la autonomía de las mujeres, y la participación activa de las mujeres en su desarrollo. El estudio aboga por un compromiso legislativo y académico firme para promover una atención sanitaria respetuosa y equitativa, contribuyendo así al debate académico y al desarrollo de futuras investigaciones y políticas públicas orientadas a la equidad de género y la justicia en la atención sanitaria.
As dinâmicas de poder institucionais e sociais podem atuar como perpetuadoras de formas de violência contra as mulheres, especialmente na área da saúde sexual e reprodutiva. Este artigo de reflexão tem como objetivo explorar a inter-relação entre a violência de gênero e a violência obstétrica, analisar suas implicações e propor abordagens baseadas em evidências e formação profissional para seu enfrentamento. Os resultados destacam que a violência obstétrica é uma manifestação específica da violência de gênero, reforçando desigualdades e impactando negativamente a saúde física e emocional das mulheres. Observam-se práticas invasivas e desumanizantes que violam os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. As conclusões do estudo ressaltam a necessidade de abordagens baseadas em evidências e de formação profissional para erradicar essas práticas. Recomenda-se a implementação de programas educativos com perspectiva de gênero, políticas institucionais claras sobre o consentimento informado e o respeito à autonomia das mulheres, além da participação ativa das mulheres no desenvolvimento dessas políticas. O estudo defende um compromisso legislativo e acadêmico firme para promover uma atenção à saúde respeitosa e equitativa, contribuindo para o debate acadêmico e o desenvolvimento de futuras pesquisas e políticas públicas voltadas para a equidade de gênero e a justiça na atenção à saúde.
Institutional and social power dynamics can perpetuate forms of violence against women, particularly in the realm of sexual and reproductive health. This reflective article aims to explore the interrelationship between gender-based violence and obstetric violence, analyze their implications, and propose evidence-based approaches and professional training for addressing these issues. The results highlight that obstetric violence is a specific manifestation of gender-based violence, reinforcing inequalities and negatively impacting women’s physical and emotional health. Invasive and dehumanizing practices that violate women’s sexual and reproductive rights are observed. The study concludes by emphasizing the need for evidence-based approaches and professional training to eradicate these practices. It recommends the implementation of gender-sensitive educational programs, clear institutional policies on informed consent and respect for women’s autonomy, and the active participation of women in policy development. The study advocates for a strong legislative and academic commitment to promote respectful and equitable healthcare, contributing to academic debate and the development of future research and public policies aimed at gender equity and justice in healthcare.