Lara Kelly Fonseca de Carvalho
, Gabriel Lucas Morais Freire
, Nathan Leonardo Gomes Costa
, Daniel Vicentini de Oliveira
, Jose Luiz Lopes Vieira
, Luciana Ferreira
, Yara Lucy Fidélix
, José Roberto Andrade Nascimento Junior
Esta pesquisa investigó las experiencias deportivas como predictores de la ansiedad precompetitiva en atletas brasileños de doble carrera. Los participantes fueron 135 atletas masculinos (n = 120) y femeninos (n = 15), con una edad media de 23,43 años (DE = 9,77), que compitieron en los siguientes deportes: fútbol sala (n = 39), balonmano (n = 15), voleibol (n = 24), baloncesto (n = 41) y tenis de mesa (n = 16). Estos participantes completaron la Escala de Experiencias Deportivas Universitarias – versión portuguesa (USES-BR) y el Inventario de Ansiedad Competitiva – 2ª Revisión (CSAI-2R), los cuales evalúan, respectivamente, las percepciones sobre las experiencias deportivas y la ansiedad precompetitiva. El análisis de los datos se realizó mediante la prueba de Kolmogorov-Smirnov, correlación de Pearson y regresión lineal múltiple (p<0,05). Los resultados mostraron que la iniciativa presentó una predicción positiva sobre la confianza en uno mismo (β = 0,34), mientras que los dominios de relaciones interpersonales (β = 0,27 y β = 0,31) y exclusión social (β = 0,28 y β = 0,29) presentaron una predicción positiva sobre la ansiedad somática y cognitiva. Se concluyó que las experiencias positivas (iniciativa) parecen actuar como fuente de confianza en uno mismo, mientras que las experiencias positivas (relaciones interpersonales) y negativas (exclusión social) parecen promover la ansiedad cognitiva y somática.
Esta pesquisa investigou as experiências esportivas como preditoras da ansiedade pré-competitiva em atletas brasileiros de dupla carreira. Participaram 135 atletas, do sexo masculino (n = 120) e feminino (n = 15), com média de idade 23,43 (DP = 9,77) anos, que competiram nos seguintes esportes: futebol de salão (n=39); handebol (n=15); voleibol (n=24); basquete (n=41) e tênis de mesa (n=16). Esses participantes responderam à Escala de Experiências Esportivas Universitárias – versão portuguesa (USES-BR) e ao Inventário de Ansiedade Competitiva – 2ª Revisão (CSAI-2R), que avaliam, respectivamente, as percepções sobre as experiências esportivas e a ansiedade pré-competitiva. A análise dos dados foi realizada por meio do teste de Kolmogorov-Smirnov, correlação de Pearson e regressão linear múltipla (p<0,05). Os resultados mostraram que a iniciativa apresentou predição positiva sobre a autoconfiança (β = 0,34), enquanto os domínios relacionamento interpessoal (β = 0,27 e β = 0,31) e exclusão social (β = 0,28 e β = 0,29) apresentaram predição positiva sobre ansiedade somática e cognitiva. Concluiu-se que as experiências positivas (iniciativa) parecem funcionar como fonte de autoconfiança, enquanto as experiências positivas (relações interpessoais) e negativas (exclusão social) parecem promover ansiedade cognitiva e somática.
This research investigated the sport experiences as predictor of pre-competitive anxiety in Brazilian dual-career athletes. Participants were 135 male (n = 120) and female (n = 15) athletes, with a mean age of 23.43 years (SD = 9.77), who competed at the following sports: indoor soccer (n = 39), handball (n = 15), volleyball (n = 24), basketball (n = 41), and table tennis (n = 16). These participants completed the University Sport Experiences Scale - Portuguese version (USES-BR) and the Competitive State Anxiety Inventory-2R (CSAI-2R), which assess perceptions of sport experiences and pre-competitive anxiety, respectively. Data analysis was conducted through the Kolmogorov-Smirnov test, Pearson's correlation, and multiple linear regression (p<0.05). The results showed that initiative presented a positive prediction on self-confidence (β = 0.34), while the domains of interpersonal relationships (β = 0.27 and β = 0.31) and social exclusion (β = 0.28 and β = 0.29) presented a positive prediction on somatic and cognitive anxiety. It was concluded that positive experiences (initiative) seem to act as a source of self-confidence, while positive (interpersonal relationships) and negative (social exclusion) experiences seem to promote cognitive and somatic anxiety.