Jessica Tatiana Contreras Rodríguez
La violencia de género constituye una violación sistemática de los derechos humanos. En Ecuador, el 64.9 % de las mujeres han experimentado algún tipo de violencia de género a lo largo de la vida, siendo la violencia de pareja la más prevalente, especialmente en Morona Santiago con 78,6 % de incidencia. Este estudio analizó los factores sociales que influyen en la permanencia de una mujer en una relación violenta de pareja, mediante un estudio de caso denominado "Amanda" de la Junta Cantonal de Protección de Derechos del cantón Santiago en 2021. Se desarrolló bajo un enfoque cualitativo descriptivo con diseño fenomenológico empírico, utilizando entrevista semiestructurada y observación como técnicas de recolección de datos. Los resultados evidenciaron que factores sociales como la perspectiva de género, estereotipos, prejuicios de género, dependencia económica y medios de comunicación perpetúan significativamente la permanencia en relaciones violentas, el ciclo de violencia caracterizado por fases de tensión, explosión y reconciliación, se intensifica progresivamente, dificultando la ruptura de la relación. El estudio concluye que la violencia de género está profundamente arraigada en desigualdades estructurales y culturales, requiriendo intervenciones que transformen estos patrones y fortalezcan el apoyo a las víctimas para romper el ciclo de violencia.
A violência de gênero constitui uma violação sistemática dos direitos humanos. No Equador, 64,9% das mulheres já sofreram alguma forma de violência de gênero ao longo da vida, sendo a violência por parceiro íntimo a mais prevalente, especialmente em Morona Santiago, com uma taxa de incidência de 78,6%. Este estudo analisou os fatores sociais que influenciam a permanência de uma mulher em um relacionamento abusivo por meio de um estudo de caso denominado "Amanda", conduzido pela Junta Cantonal de Proteção dos Direitos no cantão de Santiago em 2021. Este estudo empregou uma abordagem qualitativa descritiva com um delineamento fenomenológico empírico, utilizando entrevistas semiestruturadas e observação como técnicas de coleta de dados. Os resultados revelaram que fatores sociais como perspectiva de gênero, estereótipos, preconceito de gênero, dependência econômica e influência da mídia perpetuam significativamente o ciclo de violência, o ciclo de violência, caracterizado por fases de tensão, explosão e reconciliação, intensifica-se progressivamente, tornando mais difícil romper o relacionamento abusivo. O estudo conclui que a violência de gênero está profundamente enraizada em desigualdades estruturais e culturais, exigindo intervenções que transformem esses padrões e fortaleçam o apoio às vítimas para que possam romper o ciclo de violência.
Gender-based violence constitutes a systematic violation of human rights. In Ecuador, 64.9 % of women have experienced some form of gender-based violence in their lifetime, with intimate partner violence being the most prevalent, especially in Morona Santiago with an incidence rate of 78.6 %. This study analyzed the social factors that influence a woman's continued presence in an abusive relationship through a case study called "Amanda" from the Cantonal Board for the Protection of Rights of the Santiago canton in 2021. It was developed using a descriptive qualitative approach with an empirical phenomenological design, employing semi-structured interviews and observation as data collection techniques. The results showed that social factors such as gender perspective, stereotypes, gender prejudices, economic dependence, and the media significantly perpetuate continued stays in abusive relationships. The cycle of violence, characterized by phases of tension, explosion, and reconciliation, progressively intensifies, making it more difficult to break free from the relationship. The study concludes that gender-based violence is deeply rooted in structural and cultural inequalities, requiring interventions that transform these patterns and strengthen support for victims to break the cycle of violence.