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Toral-León, Liliana
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Jiménez-Herrera, Rómulo
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Quiroz Fernando, Rosaro
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Pillacela-Carpio , Paola
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Cuenca, Ecuador
La percepción subjetiva del propio valor, es decir, la autoestima, ha sido considerada un posible factor mediador en la presencia de dependencia emocional. El presente estudio tuvo como objetivo analizar la relación entre autoestima y dependencia emocional en jóvenes universitarios, mediante un diseño correlacional de corte transversal. Se evaluó a una muestra compuesta por 107 estudiantes universitarios, utilizando una ficha sociodemográfica, la Escala de Autoestima de Rosenberg y el Cuestionario de Dependencia Emocional. El 51 % de los participantes fueron mujeres, con una edad media de 22.31 años. Se identificó que el 41.12 % presentaba baja autoestima y el 48.60 % mostraba indicadores de dependencia emocional. No se encontró una correlación estadísticamente significativa entre ambas variables (r = 0.91, p = 0.354). No obstante, se evidenció una relación significativa entre la autoestima y el hecho de mantener una relación sentimental (p = 0.035), así como entre la dependencia emocional y las variables género (p = 0.051), estado de relación sentimental (p = 0.050) y nivel socioeconómico (p = 0.050). Del total de participantes con autoestima media o alta (n = 52), el 52.38 % presentó niveles elevados de dependencia emocional. En conclusión, aunque no se confirmó una relación directa entre autoestima y dependencia emocional, se identificaron asociaciones relevantes con variables sociodemográficas, particularmente el estado relacional y el género.
The subjective perception of self-worth, that is, self-esteem, has been considered a possible mediating factor in the presence of emotional dependence. The aim of the present study was to analyze the relationship between self-esteem and emotional dependence in young university students, using a cross-sectional correlational design. A sample of university students was evaluated using a sociodemographic form, the Rosenberg Self-Esteem Scale and the Emotional Dependence Questionnaire. Fifty-one percent of the participants were women, with a mean age of 22.31 years. It was identified that 41.12 % presented low self-esteem and 48.60 % showed indicators of emotional dependence. No statistically significant correlation was found between both variables (r = 0.91, p = 0.354). However, there was a significant relationship between self-esteem and being in a romantic relationship (p = 0.035), as well as between emotional dependence and the variables gender (p = 0.051), relationship status (p = 0.050) and socioeconomic level (p = 0.050). Of the total number of participants with medium or high self-esteem (n = 52), 52.38% presented high levels of emotional dependence. In conclusion, although a direct relationship between self-esteem and emotional dependence was not confirmed, relevant associations were identified with sociodemographic variables, particularly relational status and gender.
A perceção subjectiva de valor próprio, ou seja, a autoestima, tem sido considerada como um possível fator mediador da presença de dependência emocional. O presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre a autoestima e a dependência emocional em jovens universitários, utilizando um desenho correlacional transversal. Uma amostra de estudantes universitários foi avaliada através de uma ficha sociodemográfica, da Escala de Auto-Estima de Rosenberg e do Questionário de Dependência Emocional. Cinquenta e um por cento dos participantes eram do sexo feminino, com idade média de 22,31 anos. Identificou-se que 41.12 % tinham baixa autoestima e 48.60 % apresentavam indicadores de dependência emocional. Não foi encontrada correlação estatisticamente significativa entre as duas variáveis (r = 0.91, p = 0.354). No entanto, verificou-se uma relação significativa entre a autoestima e o facto de se estar numa relação (p = 0.035), bem como entre a dependência emocional e as variáveis sexo (p = 0.051), estado da relação (p = 0,050) e estatuto socioeconómico (p = 0.050). Do total de participantes com autoestima média ou elevada (n = 52), 52.38% apresentavam níveis elevados de dependência emocional. Em conclusão, embora não se tenha confirmado uma relação direta entre a autoestima e a dependência emocional, foram identificadas associações relevantes com variáveis sócio-demográficas, nomeadamente com o estatuto relacional e o género.