La perfilación criminal es una herramienta que potencializa la investigación y fortalece la administración de justicia, debido que permite crear un esquema conductual del delincuente para determinar características psicológicas sociales y emocionales que permiten reducir el número de sospechosos dentro de una investigación, sobre todo cuando el crimen es violento y afectado derechos fundamentales de la víctima. A pesar de ser un mecanismo de gran utilidad en la investigación, necesariamente debe sujetarse a ciertas limitaciones constitucionales y legales que garanticen los derechos y garantías del proceso. No obstante, Ecuador es uno de los países que como técnica de investigación no la tiene ampliamente desarrolla, como tampoco los criterios de aplicación y admisibilidad dentro de un proceso penal, provocando que exista una vulneración de derechos y principios probatorio, como también, afectando la validez del proceso. Por lo tanto, la presente investigación pretende analizar la perfilación criminal como herramienta auxiliar en la investigación penal ecuatoriana, determinando sus alcances, límites y el control judicial necesario para garantizar el respeto a los derechos y garantías procesales. El marco metodológico que se aplicó fue un enfoque cualitativo, con un alcance descriptivo-explicativo, se utilizó como muestra a 10 profesionales de la Fiscalía de Sucumbíos, entre peritos y fiscales, a quienes se les aplicó una entrevista semiestructura formulada en 10 preguntas. Los resultados demuestran como la perfilación criminal mantiene alcances relevantes en la investigación, empero se debe a ciertas limitaciones que de manera general están establecidas en el ordenamiento jurídico ecuatoriano, por lo cual se rescata la relevancia de un control judicial y fiscal para su aplicación en le marco de las garantías del debido proceso. Concluyendo que, la perfilación criminal no se trata de una ciencia, si no es una técnica que apoyada desde la criminología y criminalística provee de orientación la investigación y de esa manera, esclarecer casos asesinatos, muertes violentas o cualquier hecho punible.
A perfilagem criminal é uma ferramenta que potencializa a investigação e fortalece a administração da justiça, pois permite criar um esquema comportamental do delinquente para determinar características psicológicas, sociais e emocionais. Isso possibilita reduzir o número de suspeitos em uma investigação, principalmente quando o crime é violento e afeta direitos fundamentais da vítima. Apesar de ser um mecanismo de grande utilidade na investigação, necessariamente deve se sujeitar a certas limitações constitucionais e legais que garantam os direitos e garantias do processo. No entanto, o Equador é um dos países onde, enquanto técnica de investigação, ela não é amplamente desenvolvida, tampouco são claros os critérios de aplicação e admissibilidade dentro de um processo penal, o que pode provocar violação de direitos e princípios probatórios, além de afetar a validade do processo. Portanto, a presente pesquisa pretende analisar a perfilagem criminal como ferramenta auxiliar na investigação penal equatoriana, determinando seus alcances, limites e o controle judicial necessário para garantir o respeito aos direitos e garantias processuais. O marco metodológico aplicado foi uma abordagem qualitativa, com alcance descritivo-explicativo. Utilizou-se como amostra 10 profissionais da Promotoria de Sucumbíos, entre peritos e promotores, aos quais foi aplicada uma entrevista semiestruturada formulada em 10 perguntas. Os resultados demonstram que a perfilagem criminal mantém alcances relevantes na investigação, porém está sujeita a certas limitações que, de modo geral, estão estabelecidas no ordenamento jurídico equatoriano. Dessa forma, ressalta-se a relevância de um controle judicial e ministerial para sua aplicação no marco das garantias do devido processo legal. Conclui-se que a perfilagem criminal não se trata de uma ciência, mas sim de uma técnica que, apoiada pela criminologia e criminalística, fornece orientação à investigação e, dessa maneira, esclarece casos de assassinatos, mortes violentas ou qualquer fato punível.
Criminal profiling is a tool that enhances investigation and strengthens the administration of justice, as it allows for the creation of a behavioral profile of the offender to determine psychological, social, and emotional characteristics that make it possible to reduce the number of suspects in an investigation, especially when the crime is violent and affects the fundamental rights of the victim. Despite being a very useful mechanism in investigations, it must necessarily be subject to certain constitutional and legal limitations that guarantee the rights and guarantees of the process. However, Ecuador is one of the countries that has not widely developed this investigative technique, nor the criteria for its application and admissibility in criminal proceedings, leading to a violation of rights and evidentiary principles, as well as affecting the validity of the process. Therefore, this research aims to analyze criminal profiling as an auxiliary tool in Ecuadorian criminal investigation, determining its scope, limits, and the judicial control necessary to guarantee respect for procedural rights and guarantees. The methodological framework applied was a qualitative approach with a descriptive-explanatory scope. A sample of 10 professionals from the Sucumbíos Prosecutor's Office, including experts and prosecutors, was used and given a semi-structured interview consisting of 10 questions. The results show how criminal profiling continues to play a relevant role in investigations, but due to certain limitations that are generally established in the Ecuadorian legal system, the relevance of judicial and prosecutorial oversight for its application within the framework of due process guarantees is highlighted. In conclusion, criminal profiling is not a science, but rather a technique supported by criminology and criminalistics that provides guidance for investigations and thus helps to solve cases of murder, violent death, or any other punishable offense.