Rozinete da Silva Souza, Vitória Mendonça Azevedo, Welterley Soares de Oliveira, Márcio da Costa da Silva, Jordeanes do N. Araújo
La investigación de campo realizada en Humaitá-AM analizó cómo las inundaciones del Río Madeira evidencian el racismo ambiental. Habitantes de barrios vulnerables, en su mayoría negros y de bajos ingresos, relataron la pérdida de viviendas, muebles y condiciones de vida. Muchos mencionaron enfermedades como la malaria, falta de agua potable, dificultades de desplazamiento y ausencia de albergues adecuados. Los relatos muestran un sentimiento de abandono y falta de políticas públicas eficaces. La ayuda gubernamental aparece de forma tardía e insuficiente, reforzando desigualdades sociales y ambientales. También se observó infraestructura precaria, falta de saneamiento y poca atención preventiva. La situación revela cómo los desastres ambientales afectan de manera desigual a poblaciones marginadas. El estudio destaca la importancia de la justicia ambiental y de la inclusión de estas comunidades en las decisiones sobre sus territorios.
The field research carried out in Humaitá-AM analyzed how the floods of the Madeira River reveal environmental racism. Residents of vulnerable neighborhoods, mostly Black and low-income, reported losses of homes, furniture, and living conditions. Many mentioned diseases such as malaria, lack of drinking water, difficulty in transportation, and absence of adequate shelters. The reports show a feeling of abandonment and a lack of effective public policies. Government assistance appears late and insufficient, reinforcing social and environmental inequalities. Poor infrastructure, lack of sanitation, and little preventive action were also observed. The situation reveals how environmental disasters disproportionately affect marginalized populations. The study highlights the importance of environmental justice and the inclusion of these communities in decisions about their territories.
A pesquisa de campo realizada em Humaitá-AM analisou como as enchentes do Rio Madeira evidenciam o racismo ambiental. Moradores de bairros vulneráveis, em sua maioria negros e de baixa renda, relataram perdas de casas, móveis e condições de vida. Muitos citaram doenças como malária, falta de água potável, dificuldade de deslocamento e ausência de abrigos adequados. Os relatos mostram sentimento de abandono e falta de políticas públicas eficazes. A ajuda governamental aparece de forma tardia e insuficiente, reforçando desigualdades sociais e ambientais. Observou-se também infraestrutura precária, falta de saneamento e pouca atenção preventiva. A situação revela como desastres ambientais afetam de forma desigual populações marginalizadas. O estudo destaca a importância da justiça ambiental e da inclusão dessas comunidades nas decisões sobre seus territórios.