Este artículo presenta una reflexión sobre el racismo estructural a partir de entrevistas realizadas con habitantes de Humaitá (AM). El objetivo es comprender cómo el racismo aparece en la vida cotidiana, muchas veces de forma silenciosa y velada, y cómo estas experiencias influyen en la identidad, la autoestima y las oportunidades de las personas negras. Para ello, el informe recopila relatos reales de situaciones de prejuicio, discriminación e injusticia, además de observaciones sobre las estrategias de resistencia adoptadas por los entrevistados para enfrentar estas violencias. El artículo también analiza el desconocimiento de la ley antirracista y la dificultad de acceso a la justicia, elementos que ayudan a perpetuar el ciclo de desigualdad racial. Al unir teoría y experiencia, este trabajo busca dar visibilidad a las voces negras de la comunidad e incentivar la reflexión sobre la necesidad de acciones educativas, políticas y sociales que promuevan el respeto, la igualdad y la conciencia antirracista.
Este artigo apresenta uma reflexão sobre o racismo estrutural a partir de entrevistas realizadas com moradores de Humaitá (AM). O objetivo é compreender como o racismo aparece no cotidiano, muitas vezes de forma silenciosa e velada, e como essas vivências influenciam a identidade, a autoestima e as oportunidades das pessoas negras. Para isso, o relatório reúne relatos reais de situações de preconceito, discriminação e injustiça, além de observações sobre as estratégias de resistência adotadas pelos entrevistados para enfrentar essas violências. O artigo também discute o desconhecimento da lei antirracismo e a dificuldade de acesso à justiça, elementos que ajudam a manter o ciclo de desigualdade racial. Ao unir teoria e experiência, este trabalho busca dar visibilidade às vozes negras da comunidade e incentivar a reflexão sobre a necessidade de ações educativas, políticas e sociais que promovam respeito, igualdade e consciência antirracista.
This article presents a reflection on structural racism based on interviews conducted with residents of Humaitá (AM). The aim is to understand how racism appears in everyday life, often in a silent and hidden way, and how these experiences influence the identity, self-esteem, and opportunities of Black people. To this end, the report brings together real accounts of situations of prejudice, discrimination, and injustice, as well as observations on the resistance strategies adopted by interviewees to confront these forms of violence. The article also discusses the lack of awareness of the anti-racism law and the difficulty of accessing justice, elements that help maintain the cycle of racial inequality. By combining theory and experience, this work seeks to give visibility to the voices of the Black community and encourage reflection on the need for educational, political, and social actions that promote respect, equality, and anti-racist awareness.