Matheus Macena, André Faro
Este estudio tuvo como objetivo validar la Escala de Autoeficacia para el Manejo de Enfermedades Crónicas (SEMCD-6) en el contexto brasileño e investigar sus asociaciones con ansiedad y depresión. Participaron 412 adultos con enfermedades crónicas (M= 48.1 años; 92% mujeres; 65% con multimorbilidad). El Análisis Factorial Confirmatorio confirmó la estructura unidimensional con excelentes índices de ajuste (χ²/gl= 2.211; CFI= .996; RMSEA = .054), cargas factoriales entre .752 -.925 y consistencia interna satisfactoria (α = .942; ω=.943). La validez convergente fue confirmada (AVE = .733; CR = .950). Se encontraron correlaciones negativas significativas entre autoeficacia y síntomas depresivos (r= -.346) y ansiosos (r= -.362). Los participantes con sintomatología depresiva y ansiosa moderada/grave presentaron puntuaciones significativamente menores de autoeficacia. La SEMCD-6 demostró propiedades psicométricas adecuadas para su uso en una muestra de pacientes brasileños, ofreciendo una herramienta valiosa para identificar pacientes con baja autoeficacia en el manejo de enfermedades crónicas, posibilitando intervenciones preventivas y mejor asignación de recursos de salud mental. Se necesitan estudios futuros para verificar esta estructura en muestras más representativas de la población brasileña.
This study validated the Self-Efficacy for Managing Chronic Diseases Scale (SEMCD-6) in the Brazilian context and investigated its association with anxiety and depression. The sample included 412 adults withchronic diseases (mean age = 48.1 years; 92% women; 65% with multimorbidity). A confirmatory factor analysis supported the unidimensional structure, with excellent fit indices (χ²/df= 2.211; CFI=.996; RMSEA = .054), factor loadings between .752 and .925, and satisfactory internal consistency (α = .942; ω = .943). Convergent validity was also confirmed (AVE = .733; CR = .950). Self-efficacy was negatively correlated with depressive (r= -.346) and anxious symptoms (r= -.362). Participants with moderate to severe depressive and anxious symptomatology showed significantly lower self-efficacy scores. The SEMCD-6 demonstrated adequate psychometric properties in a sample of Brazilian patients, serving as a valuable tool for identifying patients with low self-efficacy in managing chronic diseases, thereby enabling preventive interventions and better allocation of mental health resources. Future studies should verify this structure in more representative samples of the Brazilian population.
Este estudo objetivou validar a Escala de Autoeficácia para o Manejo de Doenças Crônicas (SEMCD-6) no contexto brasileiro e investigar suas associações com ansiedade e depressão. Participaram 412 adultos com diagnostico de pelo menos uma doença crônica (M=48,1 anos; 92% mulheres; 65% com multimorbidade). A Análise Fatorial Confirmatória confirmou a estrutura unidimensional com excelentes índices de ajustamento (χ²/gl= 2,211; CFI = 0,996; RMSEA= 0,054), cargas fatoriais entre 0,752-0,925 e consistência interna satisfatória (α = 0,942; ω = 0,943). A validade convergente foi confirmada (AVE = 0,733; CR = 0,950). Foram encontradas correlações negativas significativas entre autoeficácia e sintomas depressivos (r=-0,346) e ansiosos (r= -0,362). Participantes com sintomatologia depressiva e ansiosa moderada/grave apresentaram escores significativamente menores de autoeficácia. A SEMCD-6 demonstrou propriedades psicométricas adequadas em uma amostra de pacientes brasileiros, oferecendo uma ferramenta valiosa para identificação de pacientes com baixa autoeficácia no manejo de doenças crônicas, possibilitando intervenções preventivas e melhor alocação de recursos em saúde mental. Estudos futuros são necessários para verificar essa estrutura em amostras mais representativas da população brasileira.