Santiago, Chile
Este artículo analiza el alineamiento de marcos interpretativos entre la Confederación de Estudiantes de Chile (CONFECh) y estudiantes que participaron en las protestas del movimiento estudiantil universitario chileno durante una fase de declive de su capacidad movilizadora (2016-2017). Mediante entrevistas a 32 estudiantes no militantes y el análisis de 36 documentos de la CONFECh, se identifican las coincidencias y diferencias en los diagnósticos y pronósticos sobre la educación. El estudio revela un alineamiento en torno a la crítica a la mercantilización de la educación, pero diferencias en la interpretación de problemas como la desigualdad educativa y el acoso sexual. El artículo concluye que el alineamiento parcial de marcos es relevante para la persistencia del movimiento en periodos de baja movilización.
Este artigo analisa o alinhamento de quadros interpretativos entre a Confederação de Estudantes do Chile (CONFECh) e os estudantes que participaram nos protestos do movimento estudantil universitário chileno durante uma fase de declínio de sua capacidade de mobilização (2016-2017). Através de entrevistas com 32 estudantes não militantes e da análise de 36 documentos da CONFECh, identificam-se as coincidências e diferenças nos diagnósticos e prognósticos sobre a educação. O estudo revela um alinhamento em torno da crítica à mercantilização da educação, mas diferenças na interpretação de problemas como a desigualdade educacional e o assédio sexual. O artigo conclui que o alinhamento parcial de quadros é relevante para a persistência do movimento em períodos de baixa mobilização.
This article analyzes the alignment of interpretative frames between the Confederation of Chilean Students (CONFECh) and the students who participated in protests of the Chilean university student movement during a phase of declining mobilization capacity (2016-2017). Through interviews with 32 non-affiliated students and the analysis of 36 CONFECh documents, similarities and differences in the diagnoses and prognoses regarding education are identified. The study reveals alignment around the critique of the commodification of education but differences in the interpretation of issues such as educational inequality and sexual harassment. The article concludes that partial frame alignment is relevant for the movement’s persistence during periods of low mobilization.
Cet article analyse l'alignement des cadres interprétatifs entre la Confédération des Étudiants du Chili (CONFECh) et les étudiants ayant participé aux manifestations du mouvement étudiant universitaire chilien pendant une phase de déclin de sa capacité de mobilisation (2016-2017). À travers des entretiens avec 32 étudiants non militants et l'analyse de 36 documents de la CONFECh, les similitudes et les différences dans les diagnostics et les pronostics concernant l'éducation sont identifiées. L'étude révèle un alignement autour de la critique de la marchandisation de l'éducation, mais des divergences dans l'interprétation de problèmes tels que l'inégalité éducative et le harcèlement sexuel. L'article conclut que l'alignement partiel des cadres est pertinent pour la persistance du mouvement pendant les périodes de faible mobilisation.