Using camera traps for sampling mammals has become increasingly common in recent years, enabling the integration of data from different research groups. However, for even more efficient integration, it is essential to standardize sampling methods for inventories and monitoring of medium and large mammals using camera traps (CTs). Consistent protocols are fundamental to ensure data comparability across different spatial and temporal scales, improving the understanding of population dynamics and ecosystem health, and optimizing conservation efforts. In this regard, our work proposes a standardized minimum protocol with guidelines for sampling medium and large mammals using CTs in RAPELD plots. These guidelines address pre- and post-fieldwork procedures, and schedules to account for weather conditions. The protocol also covers technical aspects of installation, such as camera height and orientation, to ensure effective image capture. The use of CTs allows continuous monitoring, and a minimum operational period of 30 days is suggested for efficient recordings, with periodic inspection for maintenance and battery replacement. Data screening and spreadsheet organization are discussed with suggestions to optimize the organization and analysis of captured information. By implementing this standardized protocol, we hope to facilitate data integration in future studies, promoting a unified approach for monitoring and conserving mammals in Neotropical ecosystems. This methodology can be adapted for various environmental contexts and has the potential to significantly contribute to biodiversity conservation strategies and natural resource management.
O uso de armadilhas fotográficas para amostragem de mamíferos tem sido cada vez mais difundido nos últimos anos, permitindo a integração de dados de diferentes grupos de pesquisa. Para isso, é essencial a padronização de métodos de amostragem para inventários e monitoramento de mamíferos de médio e grande porte utilizando armadilhas fotográficas (AFs). Protocolos consistentes são fundamentais para garantir a comparabilidade de dados em diferentes escalas espaciais e temporais, melhorando a compreensão da dinâmica populacional e a saúde dos ecossistemas, além de otimizar esforços de conservação. Nesse sentido, nosso trabalho apresenta uma proposta padronizada de protocolo mínimo com diretrizes para a amostragem de mamíferos utilizando AFs em parcelas RAPELD. Essas diretrizes incluem cuidados pré e pós-campo, como o armazenamento adequado de equipamentos e cronogramas que considerem condições climáticas. O protocolo aborda também aspectos técnicos de instalação, como a altura e orientação das câmeras, para garantir a captura adequada de imagens. O uso de AFs permite um monitoramento contínuo, sendo sugerido um período mínimo de 30 dias de operação, com revisões periódicas para manutenção e troca de baterias. A triagem e digitação dos dados são discutidos com sugestões para otimizar a organização e análise das informações capturadas. Com um protocolo padronizado, espera-se facilitar a integração de dados em estudos futuros, promovendo uma abordagem unificada para o monitoramento e conservação de mamíferos em ecossistemas neotropicais. Tal metodologia pode ser adaptada para diferentes contextos ambientais e tem potencial para contribuir significativamente para estratégias de preservação da biodiversidade e gestão dos recursos naturais.