Ernane Ferreira Maciel, María Elena Darahuge
Este artículo aborda el tema del suicidio desde la perspectiva del significado de la vida y la muerte. El objetivo es reflexionar sobre el intento contra la propia vida basado en los paradigmas teórico-prácticos de la fenomenología y las concepciones del psicoanálisis, la filosofía y la sociología, como estrategia metodológica para comprender este fenómeno. Por lo tanto, sigue un diseño basado en la revisión integradora, buscando en la literatura tanto factores y concepciones convergentes como divergentes que puedan llevar a una persona a este acto. Las investigaciones realizadas abordan componentes socioculturales, psicológicos y existenciales que permiten la comprensión. Se reconoce que tanto los intentos como las consumaciones generan trastornos y sufrimiento para estos individuos, sus familias y la sociedad, justificando la necesidad de más estudios. Es un problema complejo y multifactorial de naturaleza psicológica, existencial, sociocultural y política en lo que respecta a la salud mental y pública. Se buscan resultados que muestren que en tal acto hay elementos de análisis que convergen con potenciales y significativos factores psicológicos, existenciales y sociales. Se propone centrarse en el aspecto paradójico del acto contra la propia vida basado en una comprensión ampliada del fenómeno. Se espera concluir que dentro del propio acto hay elementos vitales y potentes que pueden reconstruir fundamentalmente el sentido de vivir para estos individuos.
his article addresses the theme of suicide from the perspective of the meaning of life and death. The objective is to reflect on the attempt against one's own life based on the theoretical-practical paradigms of phenomenology and conceptions of psychoanalysis,philosophy, and sociology, as a methodological strategy to understand this phenomenon. Therefore, it follows a design based on integrative review, seeking in the literature both converging and diverging factors and conceptions that may lead a person to this act. The conducted researches address sociocultural, psychological, and existential components that enable understanding. It is acknowledged that both attempts and consummations generate disorders and suffering for these individuals, their families, and society, justifying the need for further studies. It is a complex and multifactorial problem of psychological, existential, sociocultural, and political nature regarding mentaland public health. Results are sought to show that in such an act there are elements of analysis that converge with potential and significant psychological, existential, and social factors. It is proposed to focus on the paradoxical aspect of the act against one's own life based on an expanded understanding of the phenomenon. It is expected to conclude that within the act itself, there are vital and potent elements that can fundamentally reconstruct the sense of living for these individuals.
O presente artigo trata da temática do suicídio pela perspectiva do significado da vida e da morte. O objetivo é refletir sobre a tentativa contra a própria vida com base nos paradigmas teórico-práticos da fenomenologia e concepções da psicanálise, filosofia e sociologia, como estratégia metodológica de compreender esse fenômeno. Segue, portanto, um desenho embasado na revisão integrativa, em que se busca na literatura, tanto os fatores e concepções que convergem como divergem ao que pode levar uma pessoa a esse ato. As pesquisas realizadas abordam os componentes socioculturais, psicológicos e existenciais, que oportunizam a compreensão. Reconhece-se que a tentativa e a consumação geram transtornos e sofrimentos a essas pessoas, à família e à sociedade, o que justifica a necessidade de novos estudos. É um problema complexo e multifatorial de cunho psicológico, existencial, sociocultural e político no que concerne à saúde mental e pública. Busca-se resultados de que em tal ato existem elementos de análise que vão ao encontro de potencialidades e significativos fatores psicológicos, existenciais e sociais. Propõe-se focalizar o aspecto paradoxal do ato contra a própria vida baseado na compreensão ampliada do fenômeno. Espera-se concluir que no próprio ato concentram-se elementos vitais e potentes que podem, fundamentalmente, serem reconstituintes do sentido de viver para essas pessoas.