Este estudio tuvo como objetivo observar el impacto de las canciones autodepreciativas en el pensamiento y el afecto, y el papel de la autoestima y otras variables relacionadas con la música (evaluación y familiaridad) en esta relación. 136 sujetos participaron en un experimento donde escucharon una canción (autodesprecio / control) y respondieron: una Tarea de Palabras, la Escala de Afecto Positivo y Negativo y la Escala de Autoestima de Rosenberg, a las que se les realizó una prueba t, correlación bivariada y regresión múltiple en SPSS. Los resultados indicaron que los sujetos expuestos a la canción de autocrítica presentaron más asociaciones negativas y afectos negativos, y menos afectos positivos. Los análisis de mediación mostraron dos modelos significativos: música - familiaridad - afectos positivos (efectos indirectos: λ = -0,160, IC 95% = -0,32 - 0,01, p <0,05; efectos totales: λ = -0,381, IC 95% = - 0,711 - -0,051, p <0,05); y música - evaluación - afectos negativos (efectos indirectos: λ = 0,614, IC 95% = 0,269 - 0,959, p <0,05; efectos totales: λ = 0,397, IC 95% = 0,065 - 0,728, p <0,05). Es posible concluir que se cumplió el objetivo, destacando el impacto de la música despectiva en el bienestar.
This study aimed to observe the impact of self-deprecating songs in thoughts and affect, and the role of self-esteem and other music related variables (evaluation and familiarity) in this relationship. A hundred thirty-six participants engaged in an experiment where they listened to a song (self-deprecating/control) and answered: a Word Task, the Positive and Negative Affect Scale, and the Rosenberg Self-esteem Scale, which underwent t-test, bivariate correlation, factorial ANOVA and mediation in JASP. Results indicated that individuals exposed to the self-deprecating song presented more negative associations and negative affects, and less positive affects. Mediation analyses showed two significant models: music - familiarity - positive affects (indirect effects: λ = -0.160, 95% CI = -0.32 - 0.01, p <0.05, total effects: λ = -0.381, 95% CI = -0.711 - -0.051, p <0.05), and music - evaluation - negative affects (indirect effects: λ = 0.614, 95% CI = 0.269 - 0.959, p <0.05, total effects: λ = 0.397, 95% CI = 0.065 - 0.728, p <0.05). It is possible to conclude that the study’s aim was achieved, highlighting the impact of deprecating music on well-being.
Este estudo objetivou observar o impacto de músicas autodepreciativas nos pensamentos e afetos, e o papel da autoestima e outras variáveis relacionadas à música (avaliação e familiaridade) nessa relação. Cento e trinta e seis sujeitos participaram de um experimento aonde ouviram uma música (autodepreciativa / controle) e responderam: uma tarefa de palavras, a Escala de Afetos Positivos e Negativos e a Escala de Autoestima de Rosenberg, que passaram por teste-t, correlação bivariada, ANOVA fatorial e mediação no JASP. Os resultados indicaram que os sujeitos expostos à música autodepreciativa apresentaram mais associações e afetos negativos e menos afetos positivos. As análises de mediação mostraram dois modelos significativos: música - familiaridade - afetos positivos (efeitos indiretos: λ = -0.160, IC 95% = -0.32 - 0.01, p <0.05; efeitos totais: λ = -0.381, IC 95% = - 0.711 - -0.051, p < 0.05); e música - avaliação - afetos negativos (efeitos indiretos: λ = 0.614, 95% IC = 0.269 - 0.959, p <0,05; efeitos totais: λ = 0,397, IC 95% = 0,065 - 0,728, p <0,05). É possível concluir que o objetivo foi cumprido, destacando o impacto de músicas depreciativas no bem-estar.