Estefania Paiva Subieta, Gabriela Urriolagoitia Méndez
RESUMEN Esta investigación parte de una contextualización socio-histórica de lo masculino en occidente para situar los antecedentes de las masculinidades alternativas. Siguiendo una metodología estructurada, básica y documental, se realiza una lectura desde el psicoanálisis lacaniano para comprender cuál es la posición masculina en la actualidad. La principal finalidad es entender la masculinidad, las dificultades que atraviesa y la constitución de masculinidades alternativas mediante un abordaje clínico que permite pensar lo masculino como una posición sexuada que resulta de un trabajo subjetivo inconsciente que implica un ordenamiento del modo de goce de los cuerpos. Las principales conclusiones señalan que actualmente ya no hay un universal masculino, sino que siguiendo la lógica femenina del no-todo hay una proliferación de masculinidades. Cada hombre está optando por tener un goce propio, por construir su propio modelo de masculinidad y ello conlleva la responsabilidad y el desafío de que construya singularmente su solución con relación al falo, dé cuenta de su posición sexuada siguiendo una lógica del uno por uno y encuentre un arreglo posible con su goce a partir de los significantes que encuentra en el discurso contemporáneo.
ABSTRACT This research begins with a socio-historical contextualization of masculinity in the West to then situate the background of alternative masculinities. Following a structured, basic and documentary methodology, a reading is made from Lacanian psychoanalysis to understand what the masculine position is today. The main purpose is to understand what masculinity is, the difficulties it goes through and the constitution of alternative masculinities through a clinical approach that allows us to think of the masculine as a sexual position that results from an unconscious subjective work. This implies an ordering of the way of jouissance of the bodies. The main conclusions indicate that currently there is no longer a masculine universal, but rather, following the feminine logic of not-all, there is a proliferation of masculinities. Each man is choosing to obtain his own jouissance, to build his own model of masculinity and this entails the responsibility and the challenge of singularly building his solution in relation to the phallus; account for his sexual position following a one-by-one logic and find a possible arrangement with his jouissance from the signifiers he find in contemporary discourse.
RESUMO Esta investigação parte de uma contextualização sócio-histórica do masculino em ocidente para situar os antecedentes das masculinidades alternativas. Seguindo uma metodologia estruturada, básica e documental, realiza-se uma leitura desde a psicanálise lacaniana para compreender qual é a posição masculina na atualidade. A principal finalidade é entender a masculinidade, as dificuldades que atravessa e a constituição de masculinidades alternativas mediante uma abordagem clínica que permite pensar o masculino como uma posição sexuada que resulta de um trabalho subjetivo inconsciente que implica um ordenamento do modo de goze dos corpos. As principais conclusões assinalam que atualmente já não há um universal masculino, senão que seguindo a lógica feminina do não-tudo há uma proliferação de masculinidades. Cada homem está optando por ter um goze próprio, por construir seu próprio modelo de masculinidade e isso acarreta à responsabilidade e ao desafio de que construa singularmente sua solução em relação ao falo, de conta de sua posição sexuada seguindo uma lógica do um por um e encontre um conserto possível com seu goze a partir dos significantes que encontra no discurso contemporâneo.